Um vampiro psíquico, energético ou prânico, ou psyvamp para abreviar, é definido como uma pessoa que tem a habilidade inata para tirar da energia de vida de outros. Explicações relativas aos fatos que geralmente cercam vampirismo psíquico variam de um extremo para o outro. Não há um conjunto de "qualidades" que declaram se uma pessoa é ou não um psyvamp, embora a maioria de psyvamps tenda a ter um conjunto de qualidades em comum. Entre elas (mas não necessariamente apenas essas):
Um recém-nascido, herdou, a habilidade adquirida para tirar energia de outros seres humanos. Esta drenagem de energia pode acontecer por contato físico, contato mental, contato sexual, etc.
Alguns psyvamps também retêm a habilidade para tirar energia de coisas, inclusive animais e vários elementos de natureza. Outras habilidades incluem:
* Empatia, ou a habilidade para sentir ou "ler" os sentimentos e emoções de outros.
* A habilidade para perceber a aura humana.
* A habilidade para manipular energia de vida conscientemente. Esta habilidade às vezes pode ser empregada em várias técnicas curativas.
* A habilidade para bloquear ou impedir outros psyvamps de drenar sua energia pessoal.
* Uma preferência pela existência noturna, às vezes envolvendo uma aversão ou reação para luz solar.
* Uma atração para sangue.
A lista acima é só um começo. Nem todos os psyvamps possuem todas as características listadas, da mesma maneira que alguns psyvamps podem possuir características além desses acima. Muitos psyvamps possuem outras habilidades psíquicas também.
Quase todos já entraram em contato com um psyvamp genuíno na vida. Um encontro com um psyvamp pode deixar uma pessoa sentir mal ou cansada. Este fadiga pode acontecer fisicamente, mentalmente ou emocionalmente. Isto significa que todos os psyvamps são maus e roubam energia de vida preciosa daqueles ao redor deles? Definitivamente, não.
Um psyvamp pode absorver energia, às vezes sem perceber. Alguns psyvamps nem mesmo conhecem sua própria natureza. Como é isto possível? Ninguém nasce com "Você é um Vampiro Psíquico" estampado no peito. Ocasionalmente, esta consciência vem com o contato com a ação de outro psyvamp, como resultado de um mudança de vida brusca, e às vezes até mesmo um evento traumático. Uma vez ciente de sua natureza de psyvamp, passos devem ser seguidos para ajudar no processo de aprendizagem de como controlar e estabilizar a própria energia, como também como drenar a energia dos outros.
Um psyvamp pode ter mudanças de humor drásticas que dependem do nível de energia pessoal e pode ir rapidamente de hyper (palavra que usamos para definir uma pessoa com excesso energia, feliz, bem disposta e saudável) para extremo down (contrário de hyper) e variando. Um estado chamado de flutuação é definido como depressão e baixa de energia simultaneamente. É sabido que nessas crises, alguns vampiros se suicidaram. Quando um psyvamp não é ensinado, pode drenar a energia inconscientemente de tudo e todos ao seu redor, até que sua energia pessoal seja estabilizada. Alguém em contato com um psyvamp pode se sentir freqüentemente drenado como resultado deste fenômeno. Exposição ininterrupta a este tipo de drenagem de energia pode causar sofrimento físico eventualmente.
Sim, há psyvamps que drenam outros até o ponto de esgotamento para satisfação própria. É minha convicção pessoal que este tipo de psyvamp é raridade. Um psyvamp que opera com intenções boas saberá quando e onde é apropriado alimentar-se, e fará tudo ao seu alcance para evitar drenar energia de outros quando não é necessário. Drenar energia de uma pessoa que é fraca ou doente pode causar dano até mesmo para um psyvamp.
Como vampiros psíquicos drenam energia?
O processo de drenagem de energia de outros é diferente de um psyvamp para outro, entretanto algumas linhas comuns aparecem. Para os que o fazem conscientemente, podem concentrar o olhar e simplesmente puxar a energia para eles. Esta técnica que é geralmente é chamada alimentação ou drenagem.
Contato físico geralmente não é necessário durante a drenagem, embora algum psyvamps prefiram utilizá-lo. A maioria do psyvamps tem a habilidade para puxar energia de longe. Alguns preferem puxar energia por contato sexual, e alguns podem puxar energia até mesmo pelo telefone.
Para a maioria dos psyvamps, puxar energia é instintivo. Eles se dão conta subconscientemente da necessidade de energia e imediatamente começam a procurar fontes de energia mentalmente. Um psyvamp pode ser atraído às pessoas hyper. Um psyvamp também pode ser atraído a lugares onde as pessoas congestionam, normalmente lugares onde é provável que energia esteja alta, como clubes ou até mesmo cidades grandes. Nesses casos, um psyvamp pode tirar quantias pequenas de energia de muitas pessoas em vez de escoar um só indivíduo.
Processos curativos
Um tremendo benefício que a habilidade para manipular energia lhe dá é a oportunidade para usá-la para a cura. Um psyvamp treinado pode aplicar as técnicas de uso energia de sua energia para o processo curativo neles e em outros. Isto pode ser feito de dois modos diferentes. A primeira maneira de cura envolve a drenagem da energia estragada do indivíduo doente num esforço limpar e equilibrar o sistema dele. A segunda maneira de cura envolve transferindo energia saudável do psyvamp para o indivíduo doente numa tentativa de somar as forças para o processo curativo do corpo do próprio paciente.
Muitos psyvamps sentem atração por sangue. Muitos psyvamps, especialmente esses que são desinformados da sua verdadeira natureza, viram vampiros bebedores de sangue por ser algo que alivia o sentimento de carência de energia (o sangue tem uma altíssima concentração de energia).
Como uma pessoa se torna um vampiro psíquico?
Embora não haja nenhuma regra comprovada, há várias hipóteses que tentam explicar como um psyvamp se origina. Algumas das hipóteses normalmente ouvidas são:
* Uma pessoa nasce um psyvamp.
* Uma pessoa pode herdar vampirismo psíquico geneticamente.
* Uma pessoa pode ser se transformada em um psyvamp como resultado de um ataque por outro psyvamp.
* Uma pessoa pode ser transformada por um psyvamp treinado e habilidoso que controla a transferência de energia entre os dois até um ponto que o torne um psyvamp.
* Uma pessoa pode se tornar um psyvamp depois de se treinar no uso e manipulação de energia.
É importante lembrar que essas hipóteses são apenas especulações. Não há ainda uma teoria correta e/ou comprovada.
Como eu posso me tornar um vampiro psíquico?
Eu encorajo qualquer um que deseja se tornar um psyvamp para parar e pensar no que pretende ser verdadeiramente... Ser um psyvamp não o faz mais atraente ou sexy. Não o faz mais misterioso. Não lhe oferece o estilo de vida fascinador dos vampiros descrito em ficção, filme e televisão. A realidade da vida de um psyvamp é um real contraste às imagens criadas pelas mídia hoje.
A maioria dos psyvamps é sozinha. Ninguém quer estar ao redor de alguém que constantemente o deixa sentindo falta de energia. Psyvamps são freqüentemente prepotentes, como resultado de se alimentar excessivamente em uma tentativa de compensar a falta de energia. Flutuações drásticas em humor acontecem freqüentemente como resultado de energia instável. Os "baixos períodos" quando o nível de energia de um psyvamp é esvaziado pode conduzir a turnos de depressão. Um psyvamp não treinado pode ser até mesmo um perigoso àqueles ao redor dele. O processo de treinamento é árduo.
Como você pode ver, as desvantagens são imensas. Eu aconselharia qualquer um com o desejo de se tornar um psyvamp a reconsiderar seriamente. Ainda é desconhecido sobre se um indivíduo deve ou não nascer um psyvamp, ou se a condição pode ser passada. Assim eu recomendaria não alimentar suas esperanças.
Como eu sei se fui atacado por um vampiro psíquico?
É importante entender a diferença entre ser atacado e só estar cansado. Todo o mundo entra por pontos na vida em que se sente exausto e/ou deprimido, e estes sentimentos necessariamente não indicam um ataque de psyvamp.
Um ataque de psyvamp pode ser sentido freqüentemente enquanto está acontecendo, quando a vítima é sensível o suficiente para sentir a própria energia. Se você está ao redor de uma pessoa que constantemente o deixa sentindo "escoado", fraco ou cansado, aquela pessoa pode ser um psyvamp.
Eles podem ou não estar conscientes do que estão fazendo.
Defender-se de um ataque de psyvamp não é uma tarefa simples. Uma convicção comum do passado era que cruzar suas pernas e braços simplesmente e enfocar em fechar sua energia dentro de você seriam bastante para impedir para um psyvamp de ganhar acesso à sua energia pessoal. Isto pode funcionar se feito por uma pessoa que é treinada e tem um comando forte sobre a própria energia. Técnicas usadas em treinamento psíquico, como gerar proteções de energia pessoais ou proteções de aura podem ajudar também defender contra um ataque.
Como sei se sou um vampiro psíquico?
A resposta para esta pergunta é subjetiva, pois cada e todo psyvamp é diferente e experimenta as coisas de um modo diferente. Se, lendo essa página, você sente que pode ser um psyvamp, eu encorajo você à pesquisar mais profundamente no assunto.
Os Transes e Possessões
O falar línguas estranhas, a chamada glossolalia, constituiu um elemento marcante da doutrina pentecostal. Trata-se de uma forte evidência do batismo no Espírito Santo. Alguns antropólogos e psicopatologistas classificam tal experiência extática (posto em êxtase, absorto, enlevado) como sendo um transe de inspiração.
Distinguem esse tipo de transe dos fenômenos extáticos religiosos da umbanda e do candomblé, os quais classificam como transes de possessão. Não vemos como atribuir alguma importância a essa distinção, enfim... De qualquer forma, em matéria de manifestação extática, são tratados juntos e com a mesma terapêutica a glossolalia e o transe de possessão.
A CID.10 (Classificação Internacional das Doenças) rotula em F44.3 o chamado Estado de Transe e de Possessão. Trata-se de um transtorno caracterizado por uma perda transitória da consciência de sua própria identidade, associada a uma conservação perfeita da consciência do meio ambiente. Devem ser incluídos nesse diagnóstico somente os estados de transe involuntários e não desejados, excluídos aqueles de situações admitidas no contexto cultural ou religioso do sujeito.
Isso significa que, durante um culto religioso entrando uma pessoa em transe, voluntariamente, pois ocorre no momento em que isso lhe é adequado, não se pode atribuir esse diagnóstico. Para que o quadro seja reconhecido como Estado de Transe e de Possessão não deve ser voluntário.
O DSM.IV (Classificação de Doenças Mentais da Associação Norte-americana de Psiquiatria), por sua vez, classifica o mesmo quadro como 300.15, Transtorno Dissociativo Sem Outra Especificação. Esta categoria se destina a transtornos nos quais a característica predominante é um sintoma dissociativo (isto é, uma perturbação nas funções habitualmente integradas da consciência, memória, identidade ou percepção do ambiente, enfim histérico) que não satisfaz os critérios para outro Transtorno Dissociativo específico.
Como exemplos o DSM.IV cita, entre outros casos, estados dissociativos ocorridos em indivíduos que foram submetidos a períodos de persuasão coercitiva prolongada e intensa, como por exemplo, lavagem cerebral, reforma de pensamentos ou doutrinação em cativeiro. Em seguida fala também do Transtorno de Transe Dissociativo, referindo como perturbações isoladas ou episódicas do estado de consciência, identidade ou memória, inerentes a determinados locais e culturas, subdividindo esse transtorno em dois tipos; Transe Dissociativo e Transe de Possessão.
O Transe Dissociativo envolve o estreitamento da consciência quanto ao ambiente imediato, comportamentos ou movimentos estereotipados vivenciados como estando além do controle do indivíduo. O Transe de Possessão envolve a substituição do sentimento costumeiro de identidade pessoal por uma nova identidade, atribuída à influência de um espírito, poder, divindade ou outra pessoa, e associada com movimentos estereotipados "involuntários" ou amnésia.
O Transe de Possessão adquire colorido regional e cultural nas várias partes do mundo; amok (Indonésia), bebainan (Indonésia), latah (Malásia), pibloktoq (Ártico), ataque de nervios (América Latina) e possessão (Índia).
Distinguem esse tipo de transe dos fenômenos extáticos religiosos da umbanda e do candomblé, os quais classificam como transes de possessão. Não vemos como atribuir alguma importância a essa distinção, enfim... De qualquer forma, em matéria de manifestação extática, são tratados juntos e com a mesma terapêutica a glossolalia e o transe de possessão.
A CID.10 (Classificação Internacional das Doenças) rotula em F44.3 o chamado Estado de Transe e de Possessão. Trata-se de um transtorno caracterizado por uma perda transitória da consciência de sua própria identidade, associada a uma conservação perfeita da consciência do meio ambiente. Devem ser incluídos nesse diagnóstico somente os estados de transe involuntários e não desejados, excluídos aqueles de situações admitidas no contexto cultural ou religioso do sujeito.
Isso significa que, durante um culto religioso entrando uma pessoa em transe, voluntariamente, pois ocorre no momento em que isso lhe é adequado, não se pode atribuir esse diagnóstico. Para que o quadro seja reconhecido como Estado de Transe e de Possessão não deve ser voluntário.
O DSM.IV (Classificação de Doenças Mentais da Associação Norte-americana de Psiquiatria), por sua vez, classifica o mesmo quadro como 300.15, Transtorno Dissociativo Sem Outra Especificação. Esta categoria se destina a transtornos nos quais a característica predominante é um sintoma dissociativo (isto é, uma perturbação nas funções habitualmente integradas da consciência, memória, identidade ou percepção do ambiente, enfim histérico) que não satisfaz os critérios para outro Transtorno Dissociativo específico.
Como exemplos o DSM.IV cita, entre outros casos, estados dissociativos ocorridos em indivíduos que foram submetidos a períodos de persuasão coercitiva prolongada e intensa, como por exemplo, lavagem cerebral, reforma de pensamentos ou doutrinação em cativeiro. Em seguida fala também do Transtorno de Transe Dissociativo, referindo como perturbações isoladas ou episódicas do estado de consciência, identidade ou memória, inerentes a determinados locais e culturas, subdividindo esse transtorno em dois tipos; Transe Dissociativo e Transe de Possessão.
O Transe Dissociativo envolve o estreitamento da consciência quanto ao ambiente imediato, comportamentos ou movimentos estereotipados vivenciados como estando além do controle do indivíduo. O Transe de Possessão envolve a substituição do sentimento costumeiro de identidade pessoal por uma nova identidade, atribuída à influência de um espírito, poder, divindade ou outra pessoa, e associada com movimentos estereotipados "involuntários" ou amnésia.
O Transe de Possessão adquire colorido regional e cultural nas várias partes do mundo; amok (Indonésia), bebainan (Indonésia), latah (Malásia), pibloktoq (Ártico), ataque de nervios (América Latina) e possessão (Índia).
Ataque satânico em cemitério de Brisbane, Austrália
Uma lápide caiu sobre um dos satanistas após o ataque de vandalismo ocorrido em agosto do ano passado.
Shane Alan Bell, 27, Michael John Smallbon, 27, Benjamin Lionel Garland, 19, e Zoe Louise Wilson, 24, estão sendo julgados na corte de Brisbane pela destruição de 82 lápides no Cemitério de Toowong em agosto do ano passado.
Os quatro foram presos depois que Wilson disse a uma colega de trabalho, Anna Nisbett, que destruíra túmulos durante uma recente incursão noturna ao cemitério.
Nisbett contou ao tribunal que Wilson e amigos tinham visitado o cemitério uma noite, levando crucifixos invertidos.
"Ela (Wilson) disse que tinha significado para os satanistas", Nisbett afirmou que ficou "atordoada" com a história. A funcionária pública federal disse que Wilson lhe contou um incidente estranho que envolvia uma lápide.
"Ela (Wilson) disse que "Jesus esmagou Shane", contou Nisbett. "Disse que uma lápide com a imagem de Jesus se moveu a uma distância significante, bateu em Shane e o prendeu pelas pernas." "Bell gritou e desmaiou de dor e os outros três tiveram que tirar a lápide das pernas dele", disse ao tribunal.
Cemitério de Toowong
Nisbett também contou para o tribunal que Wilson acreditava que o grupo viu um fantasma enquanto estava no cemitério.
"Ela ficou animada e me disse que viu a imagem de um velho, corcunda, mas quando eles se aproximaram do homem, ele desapareceu", disse Nisbett. "Ela comentou que estavam embriagados, e que tinham consumido cerveja."
Nisbett também disse que alguns de seus parentes foram enterrados no cemitério. Ela viu uma reportagem na televisão sobre o ataque dos vândalos e decidiu levar o assunto ao seu chefe e a polícia.
A polícia foi à casa de Bell e Wilson em Jimboomba, ao sul de Brisbane, e prendeu os acusados. O policial Constable Clayton Honeywood que participou da prisão do casal disse ao tribunal que encontraram soqueiras com lâminas grandes, drogas e uma lápide durante a busca na casa.
Ele disse que Bell também tinha um ferimento na perna. Os quatro acusados entraram com uma apelação, enquanto a audiência continua com o juiz Graham Lee.
[Fonte: Alem do Tumulo]
Gloomy Sunday Canção dos suicidas ?
Gloomy Sunday (Domingo Sombrio) foi escrito em 1933 pelo pianista e compositor húngaro Rezsõ Seress.
Dizem que nessa canção existe uma mensagem subliminar no final que leva as pessoas a cometerem suicídio
A História teve a sua origem no suicídio de Seress, ao que parece devido a um desgosto amoroso e depois sustentado por uma onda de suicídios por onde quer que esta música passasse até os dias de hoje. Esta “Hungarian suicide song” como era chamada quando chegou aos EUA em 1936 (em plena ressaca da grande depressão de 1929) foi um dos primeiros casos de exploração publicitaria de um mito urbano tornando-se num enorme sucesso.
Ao ouvir o original de Seress nota-se, desde logo um ambiente de tristeza que atravessa toda a música mas é a letra que lhe confere o espírito de desespero e ausência de esperança:
Letra Traduzida:
Gloomy Sunday (Reszô Seress)
É Outono e as folhas estão a cair
Na Terra todo o amor morreu
O vento está a carpir com lágrimas tristes
O meu coração não mais esperará por uma nova primavera
As minhas lágrimas e as minhas mágoas são todas em vão
As pessoas são impiedosas, gananciosas e perversas...
O Amor morreu!
O mundo chegou ao seu termo, a esperança deixou de ter significado
Cidades estão a ser devastadas, o estilhaçar está a fazer música
Prados tingem-se de vermelho com sangue humano
Abundam mortos nas ruas
Direi outra prece silenciosa:
As pessoas são pecadoras, Senhor, elas cometem erros...
O mundo acabou!
Noticia do New York Times na época:
Budapeste, 13 de janeiro. Rezsoe Seres, cuja canção triste “sombrio domingo", foi acusada de tocar fora de uma onda de suicídios durante 1919/1930, já terminou a sua própria vida como um suicídio, foi aprendido hoje.
Autoridades divulgado hoje que o Sr. Seres saltou de uma janela de seu pequeno apartamento aqui no domingo passado, pouco tempo depois do seu 69º aniversário.
A década dos anos trinta, foi marcada por uma grave depressão econômica e da turbulência política que estava a conduzir a II Guerra Mundial. A melancólica canção escrita por Mr. Seres, com palavras pelo seu amigo, Ladislas Javor, um poeta, declara no seu clímax, "Meu coração e tomei a decisão de acabar com tudo." Foi culpa de um aumento acentuado nos suicídios, húngaro e funcionários que finalmente proibido. Na América, onde Paul Robeson introduziu uma versão em Inglês, na qual algumas estações de rádio e boates proibiam o seu desempenho.
Mr. Seres queixou-se de que o sucesso de "sombrio domingo" na verdade aumentou a sua infelicidade, pois sabia que ele jamais seria capaz de escrever um segundo hit.
- New York Times, 1968
Sim o Sr. Seres, autor da musica, se suicidou em 1968.
Dizem que nessa canção existe uma mensagem subliminar no final que leva as pessoas a cometerem suicídio
A História teve a sua origem no suicídio de Seress, ao que parece devido a um desgosto amoroso e depois sustentado por uma onda de suicídios por onde quer que esta música passasse até os dias de hoje. Esta “Hungarian suicide song” como era chamada quando chegou aos EUA em 1936 (em plena ressaca da grande depressão de 1929) foi um dos primeiros casos de exploração publicitaria de um mito urbano tornando-se num enorme sucesso.
Ao ouvir o original de Seress nota-se, desde logo um ambiente de tristeza que atravessa toda a música mas é a letra que lhe confere o espírito de desespero e ausência de esperança:
Letra Traduzida:
Gloomy Sunday (Reszô Seress)
É Outono e as folhas estão a cair
Na Terra todo o amor morreu
O vento está a carpir com lágrimas tristes
O meu coração não mais esperará por uma nova primavera
As minhas lágrimas e as minhas mágoas são todas em vão
As pessoas são impiedosas, gananciosas e perversas...
O Amor morreu!
O mundo chegou ao seu termo, a esperança deixou de ter significado
Cidades estão a ser devastadas, o estilhaçar está a fazer música
Prados tingem-se de vermelho com sangue humano
Abundam mortos nas ruas
Direi outra prece silenciosa:
As pessoas são pecadoras, Senhor, elas cometem erros...
O mundo acabou!
Noticia do New York Times na época:
Budapeste, 13 de janeiro. Rezsoe Seres, cuja canção triste “sombrio domingo", foi acusada de tocar fora de uma onda de suicídios durante 1919/1930, já terminou a sua própria vida como um suicídio, foi aprendido hoje.
Autoridades divulgado hoje que o Sr. Seres saltou de uma janela de seu pequeno apartamento aqui no domingo passado, pouco tempo depois do seu 69º aniversário.
A década dos anos trinta, foi marcada por uma grave depressão econômica e da turbulência política que estava a conduzir a II Guerra Mundial. A melancólica canção escrita por Mr. Seres, com palavras pelo seu amigo, Ladislas Javor, um poeta, declara no seu clímax, "Meu coração e tomei a decisão de acabar com tudo." Foi culpa de um aumento acentuado nos suicídios, húngaro e funcionários que finalmente proibido. Na América, onde Paul Robeson introduziu uma versão em Inglês, na qual algumas estações de rádio e boates proibiam o seu desempenho.
Mr. Seres queixou-se de que o sucesso de "sombrio domingo" na verdade aumentou a sua infelicidade, pois sabia que ele jamais seria capaz de escrever um segundo hit.
- New York Times, 1968
Sim o Sr. Seres, autor da musica, se suicidou em 1968.
Aset Ka
A Ordem de Aset Ka é uma sociedade espiritual e instituição ocultista cujos seguidores acreditam que as origens remontam ao Antigo Egipto. Responsável por manter a tradição Asetiana, é a principal referência relativamente a conhecimento vampírico e a mais influente ordem de vampiros de extrema repercussão internacional. Tendo uma das suas sedes na cidade do Porto, em Portugal, a influência da Aset Ka é mais demarcada no panorama oculto Europeu, onde é reconhecida principalmente pelos seus trabalhos publicados com temas relacionados ao vampirismo.
Vampiros e Vampirismo
O vampirismo é uma vertente obscura e misteriosa dos estudos ocultistas, baseado em espiritualidade predatória. Os conceitos de vampirismo sob esta análise distinguem-se do vampirismo observado na ficção bem como os conceitos espalhados pela sua mitologia. É uma antiga tradição de mistérios, em que os seus defensores referem que data desde os tempos do Antigo Egipto. Os conhecimentos e práticas relativos a esta tradição, denominada por Asetianismo, são mantidos pela antiga ordem de mistérios Aset Ka.
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| Estátua de dois vampiros, na Indonésia. |
O livro central relativo à tradição vampírica é a Bíblia Asetiana, cuja versão de acesso público foi publicada em 2007 pela Aset Ka e escrita por Luis Marques, um autor de origem Portuguesa reconhecido internacionalmente como especialista em simbologia antiga, mitologia e religião. O texto explora toda a componente filosófica e espiritual da tradição Asetiana, bem como as suas práticas metafísicas e rituais religiosos de origem Egípcia, com grande influência do simbolismo milenar do Médio Oriente. Toda a cultura vampírica é assim analisada ao pormenor, bem como a evolução do arquétipo vampírico desde os tempos antigos até aos modernos e onde a influência do simbolismo vampírico é explorado na forma como influenciou a sociedade ao longo dos tempos.
Asetianismo, a religião dos Vampiros
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| O Templo de Philae, um dos antigos palácios Asetianos |
A tradição Asetiana, com origem no Antigo Egipto, é habitualmente vista como a religião dos vampiros. Uma tradição milenar, centrada em espiritualidade predatória, que tem uma forte componente esotérica, como os conceitos de dualidade universal, bem como a importância da Vontade e do Eu Superior relativamente à evolução pessoal e prática espiritual. Conceitos esses que estão também presentes em diversas tradições de Mão Esquerda, como o caso da Thelema, criada e desenvolvida pelo mago Aleister Crowley, dando assim origem a muitas associações entre o Asetianismo e a magia negra com os lados mais temidos do vampirismo enquanto prática real na sociedade moderna.
Asetianos, os primeiros Vampiros
Os Asetianos acreditam ser os primeiros seres vampíricos. Segundo a mitologia, eles são os descendentes de Aset, uma divindade Egípcia cuja história e arquétipo remontam ao Pré-Dinástico, e cuja desenvolvimento e evolução teológicos aconteceram ao longo das diversas Dinastias até às eras mais tardias. Aset é o nome em Egípcio para Isis, designação Grega para esta divindade antiga.
Dark Mark, a Marca Negra
![]() |
| Dark Mark, a Marca Negra |
A Marca Negra dos vampiros, em Inglês Dark Mark, refere-se a uma tatuagem gravada no pulso esquerdo do vampiro Asetiano. Este símbolo trata-se de um sigilo mágico de origem muito antiga, e cujos verdadeiros poderes são até hoje desconhecidos.
Segundo teorias expostas por Diana Morais e Liliana Zyn, da Ordem Peninsular Europeia, relativamente a sociedades oculistas e a sua influência nos tempos modernos, a Marca Negra usada pelos vampiros Asetianos inspirou a autora JK Rowling na escrita da sua série de ficção Harry Potter. Durante esse período, Rowling vivia e leccionava na cidade do Porto,[11] cidade onde se encontra localizada uma das sedes principais da Aset Ka. Sendo então possível que tenha retirado desta comunidade ocultista muitos dos conhecimentos e ideias que viria a utilizar nos seus livros sobre feitiçaria, nomeadamente no conceito da Marca Negra que atribuiu aos feiticeiros negros, seguidores de Lord Voldemort, igualmente no pulso esquerdo, numa directa ligação ao conceito utilizado pelos vampiros Asetianos.
As três Linhagens
A estrutura hierárquica da Ordem de Aset Ka não é totalmente conhecida de fora do seu sistema iniciático, sabendo-se apenas que é baseada num rígido sistema tendo como valores centrais a lealdade, dedicação, honra e conhecimento. Contudo, os Asetianos dividem-se em três linhagens distintas, que representam os três tipos de vampiros Asetianos que se tem conhecimento e, segundo os seus textos, reflectem muito mais do que apenas um arquétipo espiritual ou emocional, mas uma profunda condição da alma inerente ao ser vampírico.
São elas:
-Serpente, A Linhagem dos Viperines
-Escorpião, A Linhagem dos Guardians-Escaravelho, A Linhagem dos Concubines
-Keepers, A linhagem dos filhos de Anúbis
Necromancia
A Necromancia é um termo que etimologicamente advem das palavras gregas que significa "morte" (necro) e "adivinhação (mancia).
A noção mais vulgar de Necromancia, é:
· « pratica espiritual de comunicação com os mortos.»
A necromancia ou nigromancia é uma prática religiosa onde, supostamente, o médium se comunica com os mortos trazendo informações para proveito próprio ou de outrem, ou simplesmente para satisfação de curiosidade sobre seu bem estar no pós-vida. Em algumas práticas, os evolvidos alegam até mesmo trazer os mortos novamente a uma semi vida de servidão. O necromante utiliza-se de meios como incorporação, psicografia, baralhos, etc. para obter informações do mundo espiritual.
É um recurso comum utilizado em práticas de charlatanismo e amplamente explorado pela mídia sensacionalista.
Pode ser interpretada como a prática de se comunicar com mortos para obter informações do futuro, tendo a sua origem na crença de uma viagem para outro mundo após a morte, supondo que os recém-mortos, cujos corpos ainda estejam intactos, mantêm ainda relações com a vida, estando mais sensíveis à prática de contatá-los e questioná-los.
Alguns relatos situam o começo dessa prática na América. Uma tribo indígena teria furtado o corpo de um chefe de outra tribo algumas horas depois de morto. Colocaram o corpo em um círculo desenhado na terra e começaram a fazer perguntas sobre o futuro e as possibilidades de caça. Essas práticas foram muito comuns na costa leste da América do Norte. São, entretanto, muito mais antigas, registrando-se, por exemplo, na Bíblia, no Antigo Testamento, a proibição da comunicação com os mortos.
A Tábua Ouija (também conhecida como "brincadeira do copo" ou "telégrafo dos mortos") é um dos meios de necromancia mais famosos no mundo.
A Tabua de Ouijá, tambem chamada Tabua das Bruxas, assim como o uso de pendulos ou varas, sao dos mais conhecidos meios de comunicação com os mortos ou com os espirito e por isso, denominados meios Necromanticos. O uso de varas para comunicação com os espiritos, (Oseias, 4;11-12), é uma arte ancestral que vem descrita na Biblia. A Tabua de Ouijá, é algo historicamente mais recente, mas que obecede aos mesmos principios da comunicação por varas.
Tambem na Biblia, em variados textos do Antigo Testamento, esta descrito o «tirar sortes» como forma de comunicação com espiritos.Na antiguidade, o «tirar de sortes»,(Levitico 16;8 - Ezequiel 45;1 – Isaias 34;17 – Numeros 33;50-54 – 1 Samuel 10; 20-24, etc.....), era realizado com recurso ao lançamento de dados ou outros meios analogos. Actualmente, essa forma de comunicaçao com os espiritos é comummente feita ataves das cartas do Tarot, na qual por lançamentos de sorte, os espiritos falam com quem está tirando cartas.
Na Biblia esta descrito como atraves da musica, ou atraves de transes, ou atraves de extases, (II Reis 3:11-16 - Ezequiel 40;2 - I Samuel 16-23 - Salmos 49;5), é possivel entrar em contacto com espiritos. Tais praticas de natureza xamanica sao ancestrais, e constam dos relatos biblicos, sendo que ainda hoje sao realizadas, seja na forma de rituais de missa negra, ou de rituais de kimbanda, etc.
A noção mais vulgar de Necromancia, é:
· « pratica espiritual de comunicação com os mortos.»
A necromancia ou nigromancia é uma prática religiosa onde, supostamente, o médium se comunica com os mortos trazendo informações para proveito próprio ou de outrem, ou simplesmente para satisfação de curiosidade sobre seu bem estar no pós-vida. Em algumas práticas, os evolvidos alegam até mesmo trazer os mortos novamente a uma semi vida de servidão. O necromante utiliza-se de meios como incorporação, psicografia, baralhos, etc. para obter informações do mundo espiritual.
É um recurso comum utilizado em práticas de charlatanismo e amplamente explorado pela mídia sensacionalista.
Pode ser interpretada como a prática de se comunicar com mortos para obter informações do futuro, tendo a sua origem na crença de uma viagem para outro mundo após a morte, supondo que os recém-mortos, cujos corpos ainda estejam intactos, mantêm ainda relações com a vida, estando mais sensíveis à prática de contatá-los e questioná-los.
Alguns relatos situam o começo dessa prática na América. Uma tribo indígena teria furtado o corpo de um chefe de outra tribo algumas horas depois de morto. Colocaram o corpo em um círculo desenhado na terra e começaram a fazer perguntas sobre o futuro e as possibilidades de caça. Essas práticas foram muito comuns na costa leste da América do Norte. São, entretanto, muito mais antigas, registrando-se, por exemplo, na Bíblia, no Antigo Testamento, a proibição da comunicação com os mortos.
A Tábua Ouija (também conhecida como "brincadeira do copo" ou "telégrafo dos mortos") é um dos meios de necromancia mais famosos no mundo.
A Tabua de Ouijá, tambem chamada Tabua das Bruxas, assim como o uso de pendulos ou varas, sao dos mais conhecidos meios de comunicação com os mortos ou com os espirito e por isso, denominados meios Necromanticos. O uso de varas para comunicação com os espiritos, (Oseias, 4;11-12), é uma arte ancestral que vem descrita na Biblia. A Tabua de Ouijá, é algo historicamente mais recente, mas que obecede aos mesmos principios da comunicação por varas.
Tambem na Biblia, em variados textos do Antigo Testamento, esta descrito o «tirar sortes» como forma de comunicação com espiritos.Na antiguidade, o «tirar de sortes»,(Levitico 16;8 - Ezequiel 45;1 – Isaias 34;17 – Numeros 33;50-54 – 1 Samuel 10; 20-24, etc.....), era realizado com recurso ao lançamento de dados ou outros meios analogos. Actualmente, essa forma de comunicaçao com os espiritos é comummente feita ataves das cartas do Tarot, na qual por lançamentos de sorte, os espiritos falam com quem está tirando cartas.
Na Biblia esta descrito como atraves da musica, ou atraves de transes, ou atraves de extases, (II Reis 3:11-16 - Ezequiel 40;2 - I Samuel 16-23 - Salmos 49;5), é possivel entrar em contacto com espiritos. Tais praticas de natureza xamanica sao ancestrais, e constam dos relatos biblicos, sendo que ainda hoje sao realizadas, seja na forma de rituais de missa negra, ou de rituais de kimbanda, etc.
Tabua de ouija




